Rebel: Imagens, palavras..minha essência... um amigo da natureza

Rebel

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quinta-feira, 30 de junho de 2016

A felicidade de momentos

SABEMOS QUE A 
felicidade não é uma coisa 
que você 
acha fácil, a gente procura, batalha 
e consegue. 
A tal felicidade vem de vez 
em quando e, 
em muitos casos, 
quando você menos 
espera. 
E também acontece o contrário: 
quando você está achando 
que conseguiu 
tudo o que esperava, 
vem uma situação 
e te dá uma rasteira.
Foi isso que aconteceu..
já comigo. 
Você encontra alguém legal. 
E tudo acaba vem a tristeza e
as lágrimas.
Pois não é que a gente se dá conta 
que a felicidade se foi...
ai você dá a volta lá está 
a tal felicidade novamente, 
uma coisa quase instantânea.
Mas para muita gente nunca 
acontece assim. 
A felicidade, 
na maioria das vezes, 
escapa 
das nossas mãos, 
muitas vezes 
instantaneamente. 
Mas surgir assim, 
do nada, 
tão rápido, 
no meio de nada. 
Isso aconteceu.
E, quer saber... 
Melhor assim...
mas não 
tão frequente...


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Iomerê

Uma bela história...
Do 
engenheiro Domingos Marchetti
 (1893-1975) 
Um Italiano que andou por Iomerê. 
Eis o relato no seu livro: 
Para se ir a Iomerê, de São Paulo, em 1934, precisava-se de dois dias de trem, 
chegava até Videira, 
e mais umas duas horas de cavalo 
ou charrete até Iomerê, onde se passava por bosques lindíssimos. 
O lugar era de colonização italiana, 
de filhos e netos de italianos. 
Os Italianos vieram de Vêneto - Italia, 
se fixaram no Rio Grande do Sul 
e depois seus filhos e netos migraram 
para esta Aldeia. 
Encontrar se em Iomerê 
era uma emoção, os padres 
eram Camilianos, Italianos, 
gente muito bonita e saudável 
e costumes severos. 
Os camilianos celebravam 
missas a todo habitantes, também, 
nos feriados ia-se pescar num Rio 
não muito Longe, em que a pesca 
era abundante. 
Os habitantes eram associados 
a uma cooperativa que tinha: 
Moinho, Serraria, Mercado, 
e cada família 
tinha sua própria conta, 
e o dinheiro quase não circulava. 
As casas era toda de madeira. 
A primeira construção de alvenaria na região, foi ele que contruiu uma Olaria 
e levou Oleiros de Jaboticabal SP 
para contruir 
os primeiros tijolos no lugar.
Iomerê é descrita como sendo, 
uma Aldeia Italiana, 
em que os habitantes eram filhos 
e netos de imigrantes italianos 
do Vêneto, 
vindo ao Brasil nos fins do seculo 19, 
que se fixaram no Rio Grande do Sul, 
emigraram, filhos e netos 
destes Italianos 
para Santa Catarina, 
para colonizar terras, 
numa Aldeia, de dificil acesso 
e viviam de forma Isolada, mantiveram 
costumes e língua e que usavam moedas austriacas do Tirol, 
que circulavam no Vêneto-Italia 
antes de 1866. 
Em Iomerê havia homens que tinham 
participado de guerras na Italia 
e a paróquia era dirigidas pelos 
padre Camilianos de origem italiana. 
Cita ele: Havia um homem que tocava 
harmonica, e que a noite, 
acompanhado por ele, cantavamos 
velhas canções militares. 
Relato de 1934 de Domingos Marcheti, engenheiro e construtor 
italiano que esteve em Iomerê 
neste período, 
relacionado a construção 
do Juvenato de Iomerê

Pés no Chão

É sempre mais 
difícil um
ancoradouro 
no mundo 
do sonhos,
pés no chão, então...
Mas somos o 
que pensamos...
e o que sonhamos.
O abrigo que existe,
é no mundo real...
nada impede de sonhar.
.

Freud Real

Um homem como eu
não pode viver,

sem uma paixão devoradora,
sem uma mania,
sem um talento,

dizia Freud...
e seu talento 
era a psicanálise...
o tratamento 
pela palavra.
O verdadeiro 
caminho real 
rumo
ao inconsciente.

The boy, His Life and Mind: Sig.

Freud nasceu em 1856, 
foi já aos 12 anos leitor, 
inveterado,
lia Shakespeare 

no original...
e
era fluente em 6 idiomas,

que estudava 
por conta própria,
em 1873
entrou
na Faculdade 

de Medicina de Viena..
Sigmund era chamado
carinhosamente
pela mãe de
meu Sig, 
de ouro.
Era um
menino especial, 
era o único filho com quarto só seu,
um luxo da época, 
os outros 6 Freud,
não o tinham.
Com quarto só seu,
ele sempre
tinha notas altas 
ou ótimas 
na escola primária
Judaica de Viena.
Estudava obsessivamente 
no quarto,
seu interesse por sonhos 
já o tomavam, mantinha 
desde menino 
um diário incomum,
do 
seu sonhos...
Ele tinha a certeza de um dia...
ser algo maior..
ser
Sigmund Freud.
Nada acontece por acaso.








Touch me

A gente nunca sabe....
mas
guarde em sua 
mente estas palavras...
Eu tive 
um 
sonho louco...
desta pessoa 
tão dedicada...
tão especial,
que é você...
Imagine..
Alguém tão sensual,
que mira o olhar e diz:
seduza-me,
a resposta foi,
ah... doce menina...
Sabia...
que isso ia acontecer,
e quando,
disse,
a unica pessoa que eu quero,
que desejo é você.
Acredite.
Toque-me...querido,

assim 
sentirá 
como sou.




Mel.

Como 
mel, 
o desejo
não enjoa...
açúcar 
enjoo 
demais..
mel 
jamais...
e não 
se perde, 
no meio 
de tanto desejo.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Rosas e Pedras do Meu Caminho

Pedras
Rosas  
 No
meu Caminho
Queria escrever logo antes
que eu me esqueça,
prá não deixá-las fugir  
da mente.
Quando estou por ai,
às vezes me vem na cabeça
a melodia de alguma música.
Sem perceber, começo
a cantarolar
o verso
e ele sempre traduz
o que estou sentido
Ai.
Voltando pra casa,
caminhando,
sábado de sol maravilhoso,
um fim de tarde, que eu adoro,
ao ar livre, sol na pele,
no corpo sentindo o movimento.
Pois bem, eu faço as vezes, 
Uma rua especial.
tem uma pracinha gostosa.
só com casas doutro lado
e asfalto lisinho,
com uma inclinação suave
o suficiente para ser
perfeita para andar.
É, eu tenho 50 anos e ando 
sem pressa ainda.
Mas só nessa pracinha.
Perto de casa, sol gostoso,
poucos carros passando, nossa...
Significa que não faço
nada incomum.
Não tenho mais idade,
físico,
pernas nem dedicação
para tanto.
O vento no rosto, o asfalto
passando embaixo dos pés,
o corpo em perfeita harmonia
até no fim da rua. .
Com a cidade, com a vida...
o tempo passa.
Passei a vida tentando
não concordar com isso.
E envelheço.
Tenho mais de 50 anos
e descubro que não posso mais andar
como uma vez.
Tanta porrada na vida
ainda lamento,
ainda sento aqui
pra escrever sobre isso.
Tentar gritar.
Hoje, uma pichação
também ajudou.
Dizia "rosas e pedras do meu chão",
como as pichações dos anos 80,
que diziam coisas.
E a música veio...
lembrei de R. Carlos 
Eu sempre voltarei
qualquer dia,
é só..por que aqui
é o meu lugar.
Eu voltei...
a este lugar
de grata recordação.

Sun In Iomerê.

A luz do sol
na montanha

de Iomerê,
continua
na mesma cintilação,

no fim
de tarde,
Quebrando o silêncio..
Ouço 
a bela 
canção,
do 
Led Zeppelin,
The Rover,
Sempre boa em 
qualquer lugar. 
Bom 
ouvir
músicas assim,
As luzes da cidade,
não são de Londres, 
mas estão 
brilhantes lá longe
O calor 
é pouco,
o vento sopra...
o tempo 
é aqui 
voa rápido...
É incrível
como,
Robert 
canta 
esta 
música,
Vai o sol e não espero nada mais que 
a escuridão no caminho...
apenas o som...
além de 
um pouco de desejo,
de chegar...
Há sempre 
um fim de tarde 

uma 
música 
quebrando 
o silêncio
mexendo 
com a gente.

Diamante

Com o passar 
dos anos 
aprende-se
a obter 
nas 
ausências 
prolongadas,
a energia,
para aproveitar 
ao máximo nas
raras aparições..
é claro falo 
de coisas, 
de pessoas..etc....
......mas

hoje,
minha felicidade
é um chocolate 
diamante negro,
que eu...
como,
e como,
comi 
durante anos...
no Natal..
e às vezes 
durante o ano.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Navegar é Preciso.

Ah...amar eh.
Navegar em mar revoltos...
Navegar em calmaria,

um mar 
se ondas.
Amar
é onde permanecemos, mas em qual direção 
estamos nos movendo. 
Devemos amar 
quero dizer,
navegar..
às vezes 
com o vento 
e outras vezes 
contra ele, 
devemos 
navegar,
e não ficar à deriva, 
e nem ancorados.
Navegar é preciso.

Escolhas

Não tenho tempo prá mais nada, 
ser feliz me consome muito.
C. Lispector.
As pessoas 
mais felizes 
têm 
as melhores escolhas....
Nem todas
sabem
o que fazer  melhor nas oportunidades 
que aparecem 
em seus caminhos.

September

Estou
sempre 
fazendo 
uso de palavras...
minha 
ferramenta
para dizer
em certos momentos,
isso: 
palavras,
pronto, 
em nada 
é exagerado..
espero não 
dizer demais
nas
palavras..
Enquanto leio... 
meu texto..
nada 
demais
ou  a ser
descoberto
sabe...
gosto de escrever...
não 
estou falando 
de escrever 
apenas
com estilo, 
talento, 
criatividade, 
apenas 
de escrever 
algo que 
me satisfaz... 
certo..
A vida 
é tão 
prosaica no inverno,
que 
é preciso
reinventá-la 
todo dia...
Olho para 
o texto,
escrito....
Ver é uma grande riqueza e ler 
é maior...
engloba duas riquezas,
ver e pensar...
Falo do mundo,
do jeito que vejo,
Hoje é frio, 
lembro da primavera,
de setembro,
lembro do 
Ipê vermelho 
ou roxo,
do campo,
na estrada,
de carro sentia,
passar  
esta formosura
passar,
diante de mim

ipês 
amarelos,
sentia 

perfume 
da flor,
na 
estrada 
antes 
da curva...
tudo que existe,
de cores,
movem, 
excitam
a gente,
assim que sentia 
a natureza 
em Setembro...

Aqui estou no dia frio,
lembrando, 
como que tentando 
colorir o inverno
mental...
Cores e flores...
quero cores e flores.
Com alguns 
pensamentos 
se ilumina 
o mundo,
diante 
de um 
vento 
frio 
que sopra.