Rebel: Imagens, palavras..minha essência... um amigo da natureza

Rebel

LOOKING IN WINDOW


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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Virus

Albert Camus, em 1947, no grande romance "A Peste": Diz...."Houve no mundo tantas pestes quanto guerras. E, contudo, as pestes, como as guerras, encontram sempre as pessoas igualmente desprevenidas".
O MUNDO está diante das primeiras "pestes globalizadas", cuja velocidade de contágio, sem precedentes, é inversamente proporcional à lentidão da política e do direito. A aceleração do trânsito de pessoas e de mercadorias reduz os intervalos entre os fenômenos patológicos de grande extensão em número de casos graves e de países atingidos, ditos pandemias. Assim, tratar a pandemia gripal em curso como um espetáculo pontual é um grande equívoco. As pandemias vieram para ficar e suscitam ao menos dois debates estruturais: as disfunções dos sistemas de saúde pública dos países em desenvolvimento e a inoperância da Organização Mundial da Saúde (OMS). Na ausência de quebra de patentes de medicamentos e de vacinas, perecerá um grande número de doentes que, se tratados, poderiam ser salvos. O mundo desenvolvido terá então, deliberadamente, deixado morrer milhões de pobres. Sob fortes pressões políticas, a OMS tem divulgado com entusiasmo doações de tratamentos e descontos aos países menos avançados na compra do oseltamivir, o famoso Tamiflu, fabricado pela Roche, até então o único tratamento eficaz contra o vírus A (H1N1). Mas essa pretensa generosidade é absolutamente insignificante diante da possível contaminação de um terço da humanidade. A apologia do Tamiflu tem levado milhares de pessoas à compra do medicamento pela internet ou a cruzar fronteiras para obtê-lo em países vizinhos. O uso indiscriminado do medicamento deve ser combatido com vigor, tanto pela probabilidade de consumo de produto falso quanto por fazer com que rapidamente o vírus se torne resistente também ao oseltamivir, o que ocorreu em casos recentes. Ainda mais grave: as constantes mutações do vírus tornam o mundo refém da indústria de medicamentos.A OMS deve operar para que paulatinamente os Estados assumam o leme, com todos os custos que isso implica, do investimento em pesquisa ao serviço de saúde pública. A prevenção da doença traz um problema adicional, que é a pressa: os mais nefastos efeitos da vacina contra o A (H1N1) ocorrerão nos primeiros países a generalizá-la, que serão, infelizmente, os latino-americanos, até agora os mais atingidos pela doença. Assim, a deplorável desigualdade econômica mundial distribui também desigualmente o peso das urgências sanitárias. Os pobres portam o fardo mais pesado, eis que a pandemia gripal vem juntar-se a outras doenças endêmicas, como paludismo, tuberculose e dengue, cuja subsistência deve-se às adversas condições de trabalho e de vida, sobretudo em grandes aglomerações urbanas, não raro em condições de habitação promíscuas, numa rotina que favorece largamente a contaminação. Coibir reuniões públicas e aglomerações. A pandemia pode trazer, ainda, a estigmatização de grupos de risco ou de estrangeiros, favorecendo a cultura da insegurança, pois o medo é tão contagioso quanto a doença.

domingo, 26 de julho de 2009

desejos


Se eu...leio teus sonhos
sou uma.. testemunha involuntária...
do teu tempo do seu jeito....
escrever assim que cada um despeja desejos,
cria amores,
e
abandonos,
em estranhos jogos,
de memória,
cogito
eu
sonho interminavelmente,
derramo sobre o papel
alusões inequívocas
do meu pensamento
olho e imagino
vc na tela
ou na tela
que estudo,
reflito,
mãos..escrevem algo que
que movem em
direção a sua mente
se,
torna-se real
alams que se encontram
e lábios, que
que dizem
não, ou sim
dizem sim,
assim...sou eu
assim somos nós.

futuro


Aos 13 anos de idade, no final dos anos 1960, o clímax do entusiasmo de qualquer menino era ver....um foguete Saturno-5, pasrtindo, o mesmo que levou o homem à Lua em 20 de julho de 1969. Depois da Lotus verde de Jim Clark, claro, que voava baixo na Fórmula 1. Tudo de bom ainda era "made in USA", como as cobiçadas calças Lee (Clark, um escocês, e a Lotus, escuderia inglesa, excediam-se só para confirmar a regra).Hoje as façanhas da corrida espacial são produzidas na China, como tudo o mais. Prepara-se a Longa Marcha para a Lua e, talvez, Marte. A empreitada soa tão verossímil quanto a consagração do vocábulo "taikonauta" no dicionário espacial, ao lado de "astronauta" (Estados Unidos) e "cosmonauta" (ex-União Soviética).Naquela noite de julho em Iomerê, há 40 anos atrás, foi preciso encontrar um aparelho de TV. Poucas casas tinha e contavam com o eletrodoméstico de luxo. Pai e filhos acabaram por encontrá-lo no casebre de um dos moradores permanentes.Foi uma grande decepção em preto-e-branco. Era péssima a qualidade da imagem recebida pelo par de antenas em V, apesar dos suplicantes chumaços de palha de aço na ponta. Manchas e fantasmas se arrastavam pelo que bem poderia ser um cenário montado com queijo suíço, como pronunciou um dos céticos presentes.O feito se confirmaria depois com as famosas fotos da câmera Hasselblad nas revistas ilustradas. Duvidava quem queria, e acreditava quem tinha imaginação e fé na tecnologia. Revolução Verde, Guerra Fria e Era Atômica iam de vento em popa.O pouso na Lua não foi só o ápice da corrida espacial. Foi também o passo inicial do turbocapitalismo que dominaria as três décadas seguintes. Dependente, porém, de matérias-primas do século 19: aço, carvão, óleo.Lançar-se ao espaço implicava algum reconhecimento dos limites da Terra. Ela era azul, mas finita. Com o império da tecnociência ascendeu também sua nêmese, o movimento ambiental, como assinalou Marcos Nobre neste jornal.Fixar Marte como objetivo para dentro de 20 ou 30 anos, hoje, parece tão louco quanto chegar à Lua em dez, como determinou John F. Kennedy. Não há um imperialista visionário como ele à vista, e isso é bom. A ISS (estação espacial internacional) representa a prova viva de que certas metas só podem ser alcançadas pela humanidade como um todo, não por nações forjadas no tempo das caravelas.Uma missão a Marte trará outros benefícios para o imaginário terráqueo. Se Neil Armstrong e Buzz Aldrin encontraram na Lua um satélite morto, cinzento, desértico e coberto de cicatrizes, Marte serão outros 500.Em primeiro lugar, é um planeta de verdade, não um apêndice. Mais vermelho do que cinza. Em vez de crateras e mais crateras, algumas paisagens familiares aos humanos: vales, ravinas, dunas, montanhas. Um mundo morto mais recentemente, quem sabe apenas moribundo, com resquícios de água e de microrganismos.Marte é o futuro da humanidade. Ele nos fornecerá a experiência vívida e a imagem perturbadora de um planeta devastado, inabitável. Destino certo da Terra em vários milhões de anos. Ou, mais provável, em poucas décadas, se prosseguir o saque a descoberto de tanta energia fóssil pelo hipercapitalismo globalizado, inflando a bolha ambiental. Todo sucesso, portanto, à Missão Planeta Vermelho. Ela nos trará de volta ao Azul.

Física

Físicos aparentemente gostam de ser físicos. Ernest Rutherford, pai da física nuclear, um dia disse que "ciência ou é física ou é coleção de selos".
Essa fé na superioridade da metodologia da física talvez tenha estimulado essa ciência a se intrometer em outras áreas, como a química e a biologia. Francis Crick, codescobridor da estrutura do DNA, era físico.
E, para mostrar que não é de hoje que físicos estudam coisas que originalmente não eram física, vale dizer que Rutherford acabou ganhando, em 1908, o Nobel de Química, uma espécie de troféu máximo da filatelia - ao menos na cabeça dele.

sábado, 25 de julho de 2009

contrastes....


"fronteiras conhecidas e
que definem abismos...
no nosso tempo"
Tecnologia, natureza
e poluição industrial,
a consciência
se desenvolver
de modo sustentável...
implica em superar
estes abismos.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Drogas

Não tenho nada contra alguém escolher torrar seu cérebro com drogas -desde que isso não afete quem está ao seu redor....
Falo isso por que recentemente vi um amigo que diz afirmativamente que draga até que é legal...bom prá ele..achar isso..e eu honestamente não tenho muito a falar positivamente de drogas ou o contrário...não eh minha praia..eu inúmeras de vezes vi colegas na faculdade em que eram usuarios de maconha...hoje são bons médicos...bons cidadões..mas eh claro há drogas e drogas..: recentement li um artigo sobre as drogas "legais" ou "legal highs", substâncias sintéticas fabricadas em laboratório para reproduzir os efeitos de maconha, cocaína, ecstasy e LSD -mas que, como tecnicamente não são cocaína ou suas primas, não são proibidas. Não deu outra:
Nenhuma novidade por agora poder usar drogas legais..vai continuar a fritar seu cérebro (o "fritar" é por minha conta). Que legais, que nada: apenas "não ilegais" (ainda).
Primeiro, porque o "legal" dessas drogas é resultado de uma falha na legislação, que regulamenta substâncias por fórmula, e não por classe farmacológica (sim, já me alertaram para o fato de que tudo o que não é previsto como ilegal por lei é tecnicamente legal -mas a regulamentação das "legal highs" é apenas uma questão de tempo, porque até os governos europeus já notaram a falha). E também, porque qualquer substância para consumo humano precisa ser regulamentada -ou farmácias venderiam o que bem entendessem a quem quisesse comprar. Para isso, existem os testes clínicos e de segurança, que várias vezes retiram de circulação até remédios autorizados anteriormente. E terceiro, porque, dada a regulamentação rígida dos medicamentos, dizer que uma droga é legal dá a entender, equivocadamente, que ela é segura. Nesse caso, o que as torna "legais" é justamente desconhecimento -em farmacologia, sinônimo de insegurança. Além do mais, para dar os efeitos que os usuários buscam, as "legal highs" devem ser similares em ação às substâncias originais e, portanto, com o mesmo potencial de estrago: vício, perdas sociais e financeiras, danos a terceiros, overdose e morte. Por isso, prefiro chamá-las de "não ilegais ainda", na esperança de que a legislação seja rapidamente revista. O dever da legislação é nos proteger de nós mesmos...E continuo..não tenho nada contra alguém escolher torrar seu cérebro com drogas -desde que isso não afete quem está ao seu redor. No caso de maconha, cocaína, ecstasy, LSD e de seus similares ainda não ilegais devido a uma brecha na lei, isso não é possível.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Sonho.


"Sonho porque preciso,
e
volto a realidade
dos teus braços preciso mais,
e
porque te amo",
se acalentado por você, tembém sonho,
tb viajo nos sonhos,
nos momentos só nossos
.“O impulso vira desejo,
o desejo a vontade,
a vontade, num abraço
de tua ternura incontrolável.”
dou vez a nossa,
sentir teu carinho sem ser só pensamento,
belos nossos caminhos
só nossa vontade consciente.
sabe este encontros..
aos olhos da manhã
sei que a felicidade vêm à mente.
com ver coisas lindas,
este êxtase com inspiração, são apegos em abraços e afagos que unem almas,
no amor
com ver jardins, ver flores, ver colibris...ou lindas paisagens,arvores e igrejas,
ressoam na alma,
é colírio, é brisa fresca, desejos satifeitos.
E nesta clima que vem sonhos, vem teus abraços,
satisfações. É tudo
é prazer
há uma..troca de energia
um encontro de amores ,
todas essas coisas bonitas e superiores,
que se aplica a nós
mais à nossa vida e ao que temos
um certo encantamento...
quando tudo acontece
entra na mente eh legal..

terça-feira, 21 de julho de 2009

Pássaros

Aves..passaros


Vieram, então, vários de canarinhos, sabiás, pardais, tico-ticos, curuiras... Invadiram o pedaço
os pássaros! Os pássaros em seus voos rasantes e bicos pontudos! Que podeream fazer as aves além de comer em paz...eu com a Sony...registrando pássaros? Vamos chamar os pássaros de nossos aliados!".E assim aconteceu. Vieram então, um bandos que tapavam o chão... Invadiram a calçada.. barulho dos pios e dos gritos dos pássaros era ensurdecedor...todos de bicos bicando sem parar em mergulhos certeiros...na quirela..depois que me viram querendo vê-los com a maquina fotográfica.... fugiram e nunca mais voltaram, com medo..Isso, meninos e meninas, passáros tem medo e quando alguém resolve clicar eles mesmos, fogem..eles tem suas próprias leis. Portanto vamos chamar os pássaros...de volta..e clicar...para este POST

domingo, 19 de julho de 2009

filhos


meus filhos..e a relação familiar








É uma maneira não agradável de começar o domingo.

"Na Familia..Ensina-se a Viver"...nesta foto"Os Irmãos e a Família Toda" há em parte isso numa época diferente....em que viver em familia com meus pais e irmãos, era o maior barato..pra mim hoje é um drama familiar.Escrevo isso...da idéia de tudo que começa com uma foto de um encontro reunindo toda a família há 22 anos, e que depois esta convivencia se revelou um desastre. Optam, meus país então, por morar num sitio e depois numa pobre casa da cidade. A ideia do drama, que vem em muitos atitudes posteriores, se impõe. Não era mais como antes, como tudo havia sido feito antes. A idéia que tem uma Mãe de que teve um sacrifício para que um filho se forme...foi o estoipim de tudo.... É a renúncia à vida de um irmão que partilha do convivio com a minha mãe...após separa-se e ter um PMD. Ao mesmo tempo, vi em germinação tipo de relação que minha mãe desenvolve e de que criará variantes ao longo dos próximos 20 anos: os interesses pessoais se sobrepondo aos coletivos, o incômodo causado pela presença de estranhos "irmãos" na casa de alguém despertando sentimentos egoístas etc. Esse é o chão sobre o qual tudo se desenvolve e que estou certo que causou nosso desmantelamento como família e que jamis fascinará os que acompanham meu blog (sobretudo, mas também os que não acompanham).É como se víssemos em mundo sórdido da uma mistura de "Pai e mãe" e um sentimento "Era uma Vez um cara que tinha pais e irmãos em Pinheiro Preto". A isso se acrescentará a presença muito particular do meu irmão mais novo...depois de 10 anos no exterior.... Tido por irresponsável, que aguarda a morte do pai pois não consegue emprego na cidade e se toma conta da família e de suas picuinhas.A simples menção à sua pessoa provoca um interessante desequilíbrio no conjunto: evoca a ira de alguns pq que toma por meus país um intereesse estranho.. que antes qual não se interessou nem mesmo quando foi interessante sê-lo. Ora, esse sujeito de fora, afastado, é que notará as pequenas perversidades (e seus terríveis efeitos) da vida familiar. Pode-se alegar que Ozu fez melhor no futuro. É verdade.Mas a presença do jovem e intrépido e sua atitudes contundente desmentem a ideia de uma pessoa normal em relação aos rumos da convivência entre as pessoas (e familiares em particular). Se seus atos ficarão assim ou não se calarão no futuro, talvez seja porque o mesmo pretendia que nós, irmãos, percebêssemos por nós mesmos essas pequenas suas perversões do cotidiano, como envitar visitas a meus pais, em vez de usar outros meiso mais licitos para chamar a atenção dos irmãos. Em poucas palavras: "Família Toda virou uma naca" nada é uma preciosidade, sim, um sorido ambiente que dará grande desprazer a mim ainda...e me ajuda a refletir
Que é o de introjetar a sensação que temos todos dias que devemos viver ardorosamente e ter contas de nosso atos, com esta idéia e que não somos eternos..Digo isso sem apologia a vida ou a morte..pq bom senso queu sei nunca tenha desertado de mim por alguns instantes.

Todos deveriam refletir sobre o que vale a pena na vida e o que dá prazer, como andar de bicicleta, caminhar pelo parque de manhã ou à tarde, ouvir um concerto ou admirar o pôr do sol.escrito não seja um gancho para se discutir por que vale a pena viver.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Pedalando


Cinco anos atrás, pedalava minha bicicleta, na cidade, onde vivia... Quem escuta as canções sofisticadas e românticas..
Um cara que sempre reavalia os rumos de sua vida..ouvindo de "James Taylor, Carole King", poderá imaginarmuita coisa que diz respeito a sua uma esfera pessoal e mais algo que a vida lhe reservou. "Eu estava me preparando iniciar as aulas de musica...mas algo me chamou a ser um fotografo amador, pois a fotografia sempre me cativou e por isso tudo....prefiro não pensar em como minha vida poderia ter sido diferente". O momento alterou meus planos. Um Bom profissional da medicina convencional, um médico que gosta de musica...sempre senti ela...assim.. como terapia...nada se assemelha em terapias ao ouvir musicas. Ainda assim pensar em aprender violão, etc.. Assim nasceu a idéia de criar..já que gosto de escrever...tb..e talvez...ser compositor e ser um cicecerone de meu filho, cuja carreira profissional começou a decolar depois que escrevi num escola de musica..e tem tocado sem avisar, suas canções, talvez um dia a gente junte o lado que eu pensei em ser com o lado que sou....e o lado que meu filho é.

domingo, 12 de julho de 2009

Pregadora

Ela imagino é uma pregadora honesta, mas a imagino em "Entre Deus e o Pecado".Senti ser uma pessoa de poucos escrúpulos e muitos sorrisos. O encontro entre os dois dá frutos...mas em rela ção ao pecado...Com sua lábia, e dizer que faz parte da igreja tuido é possivel por diante e alimenta os planos de construir um amor e uma casa e ter uma filha. A base de tudo..
Foi um romance em que mexi neste abelheiro que são pessoas assim e suas igrejas, em que nunca se sabe direito o limite entre o oportunismo e a fé, a glória celestial e a ambição.
Sobrou o bastante para escrever sobre a franqueza os mistérios
e ambiguidades do humano.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

SONHOS

[...] A riqueza de imagens, detalhes e sensações dos sonhos é eco de associações particulares ao cérebro que sonha..CERTO...
UM EXEMPLO AO LER UM LIVRO....a linguagem é bela, agradável, divertida, espirituosa e fácil de ler. Soa como uma história contada com capricho a pessoas inteligentes. Várias peripécias do autor é tão bem-sucedido em descrever as aventuras..como um sonho, que os fatos têm, de fato, algo fantasioso, a presença de uma versão peculiar de autoconsciência (capaz até de se autoquestionar, o que personagem faz o tempo todo), a descontinuidade característica dos sonhos -e, como qualquer sonho, só fazem sentido para o cérebro que os sonhou. Se você já passou pela agonia de ouvir um longo relato de um sonho de outra pessoa, você conhece a sensação. A riqueza de imagens, detalhes e sobretudo sensações emocionais dos sonhos é eco de associações particulares do cérebro que sonha, e não pode ser transmitida por palavras. Além disso, descrições de cenas individuais sonhadas por outrem podem até soar interessantes e inusitadas, mas não há uma história coerente. Provavelmente devido ao desligamento, durante o sono, dos sistemas químicos que permitem a continuidade da
Há a lição: vou me lembrar de não despejar meus sonhos sobre outras pessoas.Adoro sonhar, adoro a experiência de livre associação sem freios ou censura. Mas, se tem coisas que mal fazem sentido para mim...