Rebel: Imagens, palavras..minha essência... um amigo da natureza

Rebel

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R.E.B.E.L - Most View- - Week- Top Ten

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Vanity and Ignorance

A vaidade juntada
a ignorância
é terrível
Um
ser humano
cheio de
vaidade
e ignorância
é terrível...
E ai vem o entusiasmo.

...
E de onde 
vem
o entusiasmo.
Não conheço, terrorista 

islamita
que não 

seja um entusiasta...
O comunismo 
e o nazismo
foram formas
de "entusiasmo" político 

sabemos
no que deram.
As batalhas ideológicas 

de hoje são
novas encarnações 

de entusiasmo....
A direita radical 

e as esquerdas com
suas proclamações.
Há muitas mentes autoritárias.
Os dois lados esquerda 
e direita
e sempre
tentam calar ou destruir...
o comunismo e o nazismo
que o diga..
David Hume o filósofo,
dizia onde
existe vaidade
e ignorância, 

existe entusiasmo...
no sentido de 

um sentimento
de exaltação
"presunção", 
o termo de Hume
em que o 

"entusiasta" 
em que o 
ser humano
ignora a razão
ou a moral,
e há a entrega

da mente e do 
do corpo
e até da alma,

a uma causa
com seu,

orgulho 
e ignorância
cheio

de entusiasmo.
Claro a vida 
humana 
sem motivação 
e entusiasmo
mesmo 
mediada ou não  
pela
razão, 
é sempre
uma droga..
mas o
entusiasmo
na vida é  no
sentido 
como
a motivação 
e equilíbrio
que
motiva
pela 
força da mente 
e do desejo
de cada um
de ser melhor.

Rebel Blog

...
Aqui 
não 
é 
qualquer 
lugar,
o blog.
Nem lugar 
para
teorias 
ou 
profecias.
Caminhar 
é preciso.
Quem 
caminha 
e
está 
atrás 
do melhor 
está em 
melhor 
posição
para 
conseguir.
Viver 

escolher..
Escolher 
não é 
pouca 
coisa,
para cada 
um de nós.
Viver sem escolher não é 
o melhor.

Caminhos....
nas encruzilhadas 
da vida..
A vida é onde 
as 
coisas 
acontecem.
Dilemas..
acontecem..
e
sempre 
melhor 
fazer boas 
escolhas..

O Trem Que Já Não Vem

...
Caminhando,
entre
os
Trilhos...

...
Acabei
encontrando
o lugar
para onde
o passado
da cidade
está escrito.
Dormentes
e trilhos
do trem que já não vem.
Caminharemos
por aqui
sempre
pensando
no tempo
o
começo
e do fim
colhendo
sensações
que o tempo
não pode apagar,
o lugar
para onde
o passado
da cidade
está escrito.

O Trem em Videira

...
Trilhos

dormentes
colados 
ao chão.
um tapete,
uma parte
restou. 
que 
pioneiros, 
deixaram
aqui,
no solo 
sagrado
da cidade.
Revivendo 
aqui
partes 
do somos 
e
que fomos.
Presente 
e passado 
misturam
entre
pedras, 
ferro 

madeira
no 
chão.
Caminhando,
nos trilhos,

o
chão sagrado
da estrada
onde o trem 
que não vem.
O lugar
um
passado,
um 
século
da história da 
cidade
está escrito.
...
Acabei
encontrando
o lugar
para 

onde
o passado
da 
cidade
está 

cravado 
assim 
escrito.
Acabei
encontrando

talvez
o lugar
onde
o futuro
da 
cidade
será 
escrito.
Dormentes,
Trilhos,
o trem 
que
já não 
vem.
Caminharemos
por aqui
sempre
pensando
no tempo
que 
não
parou.
Nunca mais.
Começo
e fim.
Colhendo
sensações
no tempo
que não 
se pode apagar.
O lugar
para onde

o futuro caminha
e
o passado
da cidade
está escrito.
E aqui não 
é qualquer 
lugar...
Aqui tudo 
começou.
Aqui 
posso 
perceber 
Aqui não 
é
difícil 
perceber.
Quantas vezes 
o trem 
passou por aqui..
Quantos anos 
a resposta
está tudo aqui.
...
Perceber 
isso 
é possível.
Tudo 
que 
existe 
aqui
se 
deve 
a estes 
trilhos
que carregaram sonhos 
de muitos.
No mundo 
há lugar 
para o trem em todos 
os lugares..
Nem
visionário,
nem profeta
podiam imaginar.
Mas quando os 
trens se foram
e os 
trilhos ficaram.
Hoje 
nenhum atrito
nenhum barulho
mais,
das rodas 
de aço 
e os trilhos.
Hoje aquecem 
no sol,
no abandono,
nenhum 
vagão mais..
Vai durar.
Venho aqui sentir,
e perguntar, o 
que muitos 
não 
entendem..
Porque 
o trem 
não vem.
Há 
esta 
história
por trás 
dos 
caminhos
abandonados

misteriosos 
no destino...

Sweet I

....
Diante 
da
realidade
nada 
impede
ter
meus 
momentos
alegres
e
deliciosos, 
junto ter
questionamentos

reflexões doces.
Lugares 
que 
desfruto no 
meu tempo.
..
Lugares,
que 
ando,
trazem 
essas
recordações
da  
minha infância.
Nenhuma
impecilho, 
ir lá 
debaixo 
parreira,
junto ao pé, 
escolher um cacho 

colher,
deliciar 
a fruta,
sim
comer
fruta 
que ali já colhi.
Acho que isso
é tão doce. 
Comer
frutas 
na minha 
terra,
é doce.
Aqui é um lugar
que vou querer 
sempre voltar.
Relembrar
o tempo 
passado é 
doce.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

1934, Videira Sem Ponte

Videira
no começo 
do século,

pelo anos 
anteriores
a
1934,
a travessia 
entre 
a vila, 
Perdizes 
e Vitória, 
só 
era possível 
de balsa. 
A imagem,
mostra 
a carroça 
cheia, 
de produtos 
que 
seriam 
comercializados 
do outro lado.
Nesta foto, 
mostra 
o cabo 
tracionado 
por um 
homem 
que assim
movimentava 
a balsa, 
...
O rio 
do 
Peixe 
chegou
a ter 
três 
pontos 
de 
travessia.
É incrível 
pensar 
como 
começou,
que foi
há tanto 
tempo,
um século,
o tempo 
do barco 
em
que havia 
transporte 
dum
lado 
ao outro 
do 
Rio do Peixe
de 
bote 
e que
o embarque 
era
feito
num trapiche...
..
E
que
as 
pessoas 
já faziam o 
mesmo que 
hoje fazem
ou faziam 
que 
é  que todos
fazemos,
atravessavam 
o Rio do Peixe,
A foto é dos anos 30.
..
A vida 
era dura.
Já tínhamos 
o mais 
moderno trasporte 
o trem 
e ainda 
não havia 
ponte 
entre 
os dois lados nada mais que 
menos que 
100 metros.
..
A vida 
antes 
de 1934
antes da construção 
da
Ponte 
Pênsil 
Luiz 
Kellermann,
que 
foi inaugurada
em 1934.

Imagens de Videira X

A história 
envolvida 
nas imagens,
tem
mais
relevância 
A história 
auxiliada
por imagens 
sempre
estarão 
aqui.
Esta foto é do 
começo 
do século 
XX.
Diz respeito 
a antiga Vitória, 
de onde surgiria
onde 
há  hoje em Videira, 

Rua XV de Novembro.
...
É incrível 
pensar como começou  ou
que foi
há tanto 
tempo,
um século,
o tempo 
do barco 
em
que havia 
transporte dum
lado 
ao outro 
do Rio do Peixe
de 
bote e que
o embarque era
feito
num trapiche...
E
que
as 
pessoas 
já faziam o 
mesmo que 
hoje fazem
ou faziam 
que é  que todos
fazemos,
atravessavam 
o Rio do Peixe,
A foto é dos anos 30.
 Escrever  
palavras 
certas 
de coisas simples 

interessantes 
da 
história de Videira...
dá algum trabalho
mas diverte,
mata curiosidade 
e entretém.
..
A vida 
era dura
nestas 
bandas... 
Não importa
o quanto,
mas 
avançamos 
então
avancemos
em tecnologia, 
que nossas 
personalidades 
de ontem 
se reflitam hoje 
mas que os tempos não 
são iguais.
Eram outros tempos.
Passa o tempo 
revelar algo
de outras épocas 
é
um trabalho 
gratificante
Agora  
faz pensar 
que sem a web não teríamos 
acesso fácil,
a tantos registros,
imagens e descrições, 
isso
faz pensar 
na internet 
com mais carinho.
..
A ponte 
Pensil
Luis Kellerman
era toda de madeira
inaugurada em 1934,
feita por 
um 
engenheiro alemão, sem pregos ou metal 
toda de madeira encaixada, era 
a maior ponte Pênsil 
de madeira do mundo
Nota-se no alto 
a  
antiga igreja
e a casa paroquial.
A igreja atual a Matriz
de Videira,
começou 
a construção
em 1940 com
término e inauguração
em 1947.
A ponte
pênsil
Tinha  
um  
vão 
livre de 
49 metros

dois 
pilares
unia
Vitória 
a Perdizes, 
que daria o nome de Videira.
1944 é
o ano de emancipação 
do município
de Videira.
A instalação oficial 
do município 
aconteceu 
em 1944 e 
o nome Videira 
deve-se ao fato 
de a região ser um 
grande centro 
vitivinicultor 
do estado. 
Nessa época 
o município recebia 
diversos povos imigrantes
de origem 
Alemã e Italiana 
vindos 
do estado vizinho 
do Rio Grande 
do Sul.
A foto é de lá.
Conta-se 
que já 
em 1913, 
os primeiros 
colonizadores,
mais os 
italianos 
colhiam uvas. 
Percebo  
nas imagens
de 1951,
a ponte 
recém inaugurada 
é uma foto
que 
tenho 
há muito 
tempo 
me tornam 
cheio de curiosidade
algo que foi há
muito tempo, 
embora 
às vezes gaste horas 
revisando e  
refazendo 
ideias 
e dados 
e me inspirando 
neles.
A ponte atual 
de concreto
é de 1949 
quando 
foi inaugurada 
e anos
depois duplicada 
como esta atualmente. 
Sobre novas  imagens 
essa forma
de trazer o passado,
como 
uma
reinvenção
revendo 
tudo, 
faz 
rejuvenescer,
uma melhor 
a ideia 
de 
progresso
da cidade de
Videira...
e que leva 
ao 
novo, 
novos
tempos 
então.....
venham 
sempre 
com
algo 
sempre
novo 
por ai.
Photos
Words
Rebel.